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Seis Milhões Realmente
Morreram?

A Verdade Afinal Exposta

do original em inglês de Richard Harwood



Acusações Aliadas Não Acreditadas
Auschwitz e os Judeus Poloneses
Mais e Mais Milhões
Auschwitz: Descrição de Uma Testemunha Ocular
O Gueto de Varsóvia

 

 

PROVAS FALSIFICADAS E DEPOIMENTOS FRAUDULENTOS

Testemunhos espúrios em Nürnberg que incluíam extravagantes afirmações em apoio ao mito dos Seis Milhões foram invariavelmente dados por ex-oficiais alemães por causa de pressão, seja de severa tortura como nos casos citados acima, ou na promessa de indulgência a eles se providenciassem as necessárias afirmações. Um exemplo do último caso foi o depoimento do general S.S. Erich von Bach-Zelewski. Ele foi ameaçado com sua execução por causa da sua supressão da revolta dos guerrilheiros poloneses em Varsóvia em agosto de 1944, o que ele fez com a sua brigada S.S. de russos brancos. Ele foi então preparado para ser "cooperativo". A prova de Bach-Zelewski constituía a base dos testemunhos contra o Reichsführer das S.S. Heinrich Himmler no principal Julgamento de Nürnberg (Julgamento dos Maiores Criminosos de Guerra, p. 29 e 36). Em março de 1941, às vésperas da invasão da Rússia, Himmler convidou os maiores líderes S.S. ao seu castelo em Wewelsburg para uma conferência, incluindo Bach-Zelewski que era um expert em luta guerrilheira. No depoimento de Nürnberg, ele descreveu Himmler falando em termos grandiosos em sua conferência sobre a liquidação dos povos da Europa Oriental, mas Göring, na sala da corte, denunciou frente-a-frente Bach-Zelewski da mentira de seu testemunho. Uma alegação especialmente ultrajante falava de uma suposta declaração de Himmler de que uma das metas da campanha russa era "sangrar a população eslava em trinta milhões". O que Himmler realmente disse nos é dado por seu Chefe de Estado-Maior, Wolff - que a guerra na Rússia certamente iria causar milhões de mortos (Manvell & Frankl, ibid. p. 17). Outra caluniosa mentira era a acusação de Bach-Zelweski de que em 31 de agosto de 1941 Himmler pessoalmente assistiu à execução de cem judeus por um destacamento Einsatz em Minsk, lhe causando quase um desmaio. É conhecido, entretanto, que nesta data Himmler estava em uma conferência em seu quartel-general de campo em Zhitomir, na Ucrânia (cf. K. Vowinckel, Die Wehrmacht im Kampf, vol. 4, p. 275).

Muito é feito das declarações de Bach-Zelewski em todos os livros sobre Himmler, especialmente o de Willi Frischauer Himmler: Evil Genius of the Third Reich (Londres, 1953, p. 148). Entretanto, em abril de 1959 Bach-Zelewski publicamente repudiou seu testemunho em Nürnberg diante de uma corte alemã-ocidental. Ele admitiu que suas afirmações anteriores não tinham o menor fundamento em fatos, e que foram feitas por necessidade e para sua própria sobrevivência. A corte alemã, após cuidadosa deliberação, aceitou sua retratação. Desnecessário dizer, aquilo que Veale chama de "A Cortina de Ferro do Silêncio Discreto" desceu imediatamente sobre esses eventos. Não tiveram qualquer influência sobre os livros que propagam o mito dos Seis Milhões, e o testemunho de Bach-Zelewski sobre Himmler é ainda tomado como de valor.

A verdade no que concerne a Himmler é providenciada ironicamente por um antinazista - Felix Kersten, seu físico e massagista. Por causa de que Kersten se opunha ao regime, ele tendia a apoiar a lenda de que o internamento dos judeus significava seu extermínio. Mas de seu profundo conhecimento pessoal de Himmler ele não pôde fazer nada ao invés de dizer a verdade sobre ele e, em suas Memórias 1940-1945 (Londres, 1956, p. 119) ele é enfático em afirmar que Himmler não advogava a morte dos judeus mas favorecia sua emigração ao além-mar. Nem Kersten implica Hitler. Entretanto, a credibilidade de sua narrativa anti-nazi é completamente reduzida a pó quando, em busca de um vilão alternativo, ele diz que o Dr. Goebbels era o verdadeiro advogado da "exterminação". Esta alegação sem sentido é amplamente desprovada pelo fato de que Goebbels ainda estar preocupado com o projeto Madagascar mesmo quando ele havia sido temporariamente suspenso pelo Ministério do Exterior alemão, como mostramos antes.

Já é o suficiente de provas falsas em Nürnberg. Referência já foi feita também aos milhares de "depoimentos escritos" que foram aceitos na corte de Nürnberg sem qualquer tentativa de ter certeza da autenticidade de seus conteúdos e mesmo da sua autoria. Este documentos de "ouvir-falar", muitas vezes de caráter bizarro, foram introduzidos como "prova" se tivessem a assinatura requerida. Um típico depoimento de acusação contestado pela defesa no Julgamento dos Campos de Concentração de 1947 era de Alois Hoellriegel, um membro do pessoal do campo de Mauthausen na Áustria. Este depoimento, que a defesa conseguiu provar que havia sido fabricado durante a tortura de Hoellriegel, já havia sido usado para garantir a condenação do General S.S. Ernst Kaltenbrunner em 1946. Ele afirmava que a operação de gaseamento em massa havia começado em Mauthausen e que ele vira Kaltenbrunner (o maior líder das S.S. no Reich com a exceção de Himmler) tomando parte nela.

No tempo do Julgamento dos Campos de Concentração (o julgamento de Pohl) um ano depois, havia se tornado impossível de sustentar esse pedaço de mentiras quando foi produzido na corte de novo. A defesa não apenas demonstrou que o depoimento era falso, mas que também todas as mortes em Mauthausen haviam sido sistematicamente checadas pela autoridades policiais locais. Eles também entraram com o registro do campo, e um embarassamento particular foi causado na promotoria quando os registros de Mauthausen, um dos poucos que sobreviveram, foi mandado como prova. A defesa obteve também inúmeros depoimentos do ex-prisioneiros de Mauthausen (um campo de prisão principalmente para criminosos comuns) testemunhando as condições humanas e ordeiras lá.


 

ACUSAÇÕES ALIADAS NÃO ACREDITADAS

Não há testemunho mais eloqüente da tragédia e da tirania de Nürnberg do que a patética surpresa ou a não-crença ultrajada dos acusados mesmos em frente às grotescas acusações feitas contra eles. Tal se reflete no depoimento do Major-General S.S. Heinz Fanslau, que visitou a maioria dos campos de concentração alemães durante os últimos anos da guerra. Apesar de ser um soldado de linha de frente da Waffen S.S., Fanslau ficou com um grande interesse nas condições dos campos de concentração, e ele foi escolhido como alvo primordial pelos Aliados para a acusação de uma conspiração para aniquilar os judeus. Foi afirmado, na base de seus muitos contatos, que ele deveria estar totalmente envolvido. Quando se ouviram os primeiros rumores de que seria julgado e condenado, centenas de depoimentos foram escritos em sua ajuda por ex-internos dos campos que ele havia visitado. Quando ele leu toda a acusação contra o pessoal dos campos de concentração no Julgamento de Nürnberg suplementar nº 4, no dia 6 de maio de 1947, Fanslau declarou em descrença: "Isto não pode ser possível, porque eu, também, teria ficado sabendo de algo sobre isso".

Deve ser enfatizado que durante os procedimentos de Nürnberg, os líderes alemães sob julgamento nunca acreditaram por um momento nas alegações da promotoria aliada. Hermann Goering, que foi exposto ao choque total da propaganda de atrocidades de Nürnberg, não foi convencido. Hans Fritzsche, em julgamento como o mais alto funcionário do Ministério de Goebbels, relata que Goering, mesmo após ouvir o depoimento Ohlendorf sobre as Einsatzgruppen e o testemunho Hoess sobre Auschwitz, continuou convencido de que o extermínio de judeus era inteiramente uma ficção propagandística (The Sword in the Scales, Londres, 1953, p. 145). Num ponto durante o julgamento, Goering declarou que a primeira vez que havia ouvido falar disto "foi agora, bem aqui em Nürnberg". (Shirer, ibid., p. 1147) Os escritores judeus Poliakov, Reitlinger, Manvell e Frankl todos tentam implicar Goering no suposto extermínio, mas Charles Bewley em seu livro Hermann Goering (Göttingen, 1956) demonstra que nem a menor prova foi achada em Nürnberg para substanciar a acusação.

Hans Fritzsche ponderou sobre toda a questão durante os julgamentos, e ele conclui que certamente não houve uma investigação verdadeira destas acusações monstruosas. Fritzsche, que foi absolvido, era um associado de Goebbels e um talentoso propagandista. Ele notou que o alegado massacre de judeus era o principal ponto da acusação contra todos os réus. Kaltenbrunner, que sucedeu Heydrich como chefe do Escritório Central da Segurança do Reich e era o principal defensor das S.S. devido à morte de Himmler, não ficou mais convencido das acusações que Goering. Ele confidenciou a Fritzsche que a promotoria estava conseguindo aparentes sucessos por causa de sua técnica de coerção de testemunhas e supressão de provas, e que era precisamente a acusação dos juízes Wenersturm e van Roden.


 
 

AUSCHWITZ E OS JUDEUS POLONESES

O campo de concentração de Auschwitz perto de Cracóvia na Polônia se mentém como o centro do alegado extermínio de milhões de judeus. Mais tarde veremos como, quando foi descoberto por observadores britânicos e americanos honestos depois da guerra que nenhuma "câmara de gás" existiram em campos alemães como Dachau e Bergen-Belsen, a atenção foi trocada para os campos orientais, particularmente Auschwitz. Câmaras definitivamente existiram lá, é afirmado. Infelizmente, os campos orientais estavam na zona de ocupação russa, então ninguém podia verificar se estas alegações eram verdade ou não. Os russos se recusaram a permitir que qualquer um visse Auschwitz até mais ou menos 10 anos após a guerra, tempo durante o qual eles foram aptos a alterar sua aparência e dar alguma credibilidade à alegação de que milhões de pessoas foram lá exterminadas. Se alguém duvida que os russos sejam capazes de tal fraude, deve se lembrar dos monumentos erigidos nos locais onde milhares de pessoas foram assassinadas na Rússia pela polícia secreta comunista - mas onde os monumentos proclamam que foram vítimas das tropas alemãs na Segunda Guerra Mundial.

A verdade sobre Auschwitz era a de que era o maior e mais importante campo de concentração industrial, produzindo todo tipo de material para a indústria de guerra. O campo consistia de fábricas de petróleo e borrachas sintéticos construídas pela I.G. Farben Industrie, para que os prisioneiros proporcionavam trabalho. Auschwitz também continha uma estação de pesquisa de agricultura, com laboratórios, viveiros de plantas e facilidades para a procriação de animais, bem como fábricas de armamentos da Krupp. Já dissemos que este tipo de atividade era a função primária dos campos; todas as grandes firmas tinham subsidiárias neles e a S.S. até abriu suas próprias fábricas. Relatos de visitas de Himmler a campos mostra que seu principal propósito era inspecionar e aumentar sua eficiência industrial. Quando ele visitou Auschwitz em março de 1941 acompanhado por altos executivos da I.G. Farben, ele não demonstrou interesse nenhum nos campos como receptores de prisioneiros, mas meramente ordenou que o campo fosse aumentado para pegar 100.000 presos para fornecer trabalho à I.G. Farben. Isto dificilmente está de acordo com uma política de exterminar prisioneiros aos milhões.


 

MAIS E MAIS MILHÕES

Foi entretanto neste único campo que mais ou menos a metade dos seis milhões de judeus teriam sido exterminados, mas, na verdade, alguns escritores afirmam 4 e até 5 milhões. Quatro milhões foi o número sensacional anunciado pelo Governo Soviético depois que os comunistas "investigaram" o campo, e ao mesmo tempo estavam tentando jogar a culpa do massacre de Katyn nos alemães. Reitlinger admite que a informação sobre Auschwitz e outros campos orientais vem dos regimes comunistas do pós-guerra na Europa Oriental: "A prova concernente aos campos da morte poloneses foi na sua maior parte pega após a guerra pelas Comissões do Estado polonês ou pela Comissão Central Histórica Judaica da Polônia". (The Final Solution, p. 631).

Entretanto, nenhuma verdadeira, autêntica testemunha ocular destes "gaseamentos" jamais foi produzida ou validada. Benedikt Kautsky, que passou sete anos em campos de concentração, incluindo três em Auschwitz, alegou em seu livro Teufel und Verdammte (Zürich, 1946) que "não menos de 3.500.000 de judeus foram mortos lá". Era certamente uma afirmação notável, por causa de sua própria admissão de nunca ter visto uma câmara de gás. Ele confessou: "Eu estive nos grandes campos de concentração alemães. Entretanto, eu deve estabelecer a verdade de que em nenhum campo eu vi uma instalação como uma câmara de gás." (p. 272-3). A única execução que ele na verdade testemunhou foi quando dois prisioneiros poloneses foram executados por terem assassinado dois prisioneiros judeus. Kautsky, que foi mandado de Buchenwald em outubro de 1942 para trabalhar em Auschwitz-Buna, sublinha em seu livro que o uso de prisioneiros na indústria de guerra era a principal função das políticas dos campos de concentração até o final da guerra. Ele falha em conciliar isto com uma alegada política de extermínio de judeus.

O extermínio em Auschwitz alegadamente ocorreu entre março de 1942 e outubro de 1944; o número de metade de seis milhões, portanto, significa a exterminação e destruição de 94.000 corpos por mês durante trinta e três meses - aproximadamente 3.350 pessoas todos os dias, dia e noite, durante dois anos e meio. Este tipo de coisa é tão absurda que escarçamente precisa de refutação. E ainda Reitlinger afirma bem seriamente que Auschwitz podia destruir não menos de 6.000 pessoas por dia.

Apesar dos 6.000 por dia de Reitlinger darem um total até Outubro de 1944 de 5 milhões, todas tais estimativas empalidecem diante das fantasias de Olga Lengyel em seu livro Five Chimneys (Cinco Chaminés, Londres, 1959). Afirmando ser uma ex-prisioneira de Auschwitz, ela afirma que o campo cremava "720 por hora, ou 17.280 corpos por cada período de 24 horas". Ela também afirma que, em adição, 8.000 pessoas eram queimadas todos os dias em "covas coletivas da morte" e que, portanto, "Em números redondos, mais ou menos 24.000 corpos eram destruídos todos os dias." (p. 80-81). Isto dá uma taxa anual de mais de 8,5 milhões. Portanto, entre Março de 1942 e Outubro de 1944, Auschwitz teria finalmente destruído mais de 21 milhões de pessoas, seis milhões mais do que toda a população judaica do mundo. Comentário aqui é supérfluo.

Apesar de vários milhões supostamente morreram apenas em Auschwitz, Reitlinger admite que apenas 363.000 internos foram registrados no campo em todo o período entre Janeiro de 1940 e Fevereiro de 1945 (The S.S.: Alibi of a Nation, p. 268) e de maneira alguma todos eles eram judeus. É freqüentemente afirmado que muitos prisioneiros nunca foram registrados, mas ninguém jamais ofereceu uma prova disto. Mesmo se houvessem tantos não-registrados como registrados, isto daria um total de apenas 750.000 prisioneiros - dificilmente o suficiente para a eliminação de 3 ou 4 milhões. Mais, grandes números da população dos campos foi libertada ou evacuada a outros locais durante a guerra, e bem no final 80.000 foram evacuados em direção a oeste em Janeiro de 1945 antes que os russos chegassem.

Um exemplo irá ilustrar as fraudes estatísticas em relação às mortes em Auschwitz. Shirer afirma que, no verão de 1944, não menos de 300.000 judeus húngaros foram mortes em apenas 46 dias (ibid., p. 1156). Isto seria quase toda a população judaica húngara, que era composta por 380.000 pessoas. Mas de acordo com o Escritório Central de Estatística de Budapest ainda haviam 260.000 judeus na Hungria em 1945 (o que está mais ou menos de acordo com o número do Comitê de Distribuição Conjunta de 220.00), portanto apenas 120.000 foram classificados como não-residentes. Destes, 35 mil eram emigrantes fugindo do novo regime comunista, e outros 25.000 eram mantidos na Rússia após ter trabalhado em batalhões de trabalho alemães lá. Isto deixa apenas 60.000 judeus húngaros não-contados, mas M.E. Namenyi estima que 60.000 judeus voltaram da deportação à Alemanha, apesar de Reitlinger dizer que o número é muito alto (The Final Solution, p. 497). Possivelmente é, mas, tendo em mente a substancial emigração dos judeus húngaros no pré-guerra (cf. Report of the IRC, Vol I, p. 649), o número de perdas dos judeus húngaros deve ter sido realmente bem baixo.


 

AUSCHWITZ: DESCRIÇÃO DE UMA TESTEMUNHA OCULAR

Alguns fatos novos sobre Auschwitz estão a final começando a tentar aparecer. Eles estão contidos num recente livro chamado Die Auschwitz-Lüge: Ein Erlebnisbericht von Thies Christophersen (As Mentiras de Auschwitz: Uma Descrição de Suas Experiências por Thies Christophersen, Kritik-Verlag/Mohnkirch, 1973). Publicado pelo advogado alemão Dr. Manfred Roeder no periódico Deutsche Bürger-Iniative, é uma descrição de testemunha ocular por Thies Christophersen, que foi mandado aos laboratórios das fábricas Bunawerk em Auschwitz para pesquisar sobre a produção de borracha sintética para o Kaiser-Wilhelm Institut. Em maio de 1973, não muito antes do aparecimento de seu livro, o veterano "caçador de nazistas" judeu Simon Wiesenthal escreveu à Câmara de Advogados de Frankfurt, exigindo que o editor e escritor do Prefácio, Dr. Roeder, um membro da Câmara, fosse trazido adiante sua comissão disciplinar. Claro, os procedimentos começaram em julho, mas sem duras críticas até mesmo da imprensa, que perguntou "É Simon Wiesenthal o novo Gauleiter da Alemanha?" (Deutsche Wochenzeitung, 27 de julho de 1973).

O depoimento de Christophersen é certamente um dos mais importantes documentos para uma reavaliação de Auschwitz. Ele passou todo o verão de 1944 lá, tempo durante o qual ele visitou todos os campos separados formadores do grande complexo Auschwitz, incluindo Auschwitz-Birkenau onde os alegados massacres em massa de judeus aconteceram. Christophersen, entretanto, não tem dúvidas de que isto é uma completa mentira. Ele escreve: "Eu estive em Auschwitz de Janeiro de 1944 até Dezembro de 1944. Após a guerra eu ouvi sobre os assassinatos em massa supostamente perpetrados pelas S.S. contra os prisioneiros judeus, e eu fiquei perfeitamente espantado. Apesar de todas as provas de testemunhas, todos os escritos jornalísticos e difusão por rádio e TV, eu ainda não acredito hoje nestas alegações horríveis. Já disse isto muitas vezes e nos mais diversos lugares. Mas nunca se é acreditado" (p. 16).

O espaço impede um sumário detalhado das experiências do autor em Auschwitz, que inclui fatos sobre a rotina do campo e a vida diária dos prisioneiros totalmente contrários às alegações da propaganda (pp. 22-27). Mais importantes são suas revelações sobre a suposta existência de um campo de extermínio. "Durante toda a minha permanência em Auschwitz, eu jamais vi a menor prova de gaseamentos em massa. Também, o odor de carne queimando que freqüentemente é dito ficaria sobre os campos é uma mentira dos pés à cabeça. Na vizinhança do campo principal (Auschwitz I) estava uma grande fábrica, de onde o cheiro de ferro derretido era naturalmente não muito agradável" (p. 33-34). Reitlinger confirma que existiam cinco alto-fornos e cinco minas de carvão (collieries) em Auschwitz, que juntamente com as fábricas Bunawerk compunham Auschwitz III (ibid. p 452). O autor concorda que um crematório certamente existiu em Auschwitz, "desde que 200.000 pessoas viviam lá, e qualquer cidade com 200.000 habitantes tinha um crematório. Naturalmente pessoas morriam lá - e não apenas prisioneiros. De fato, a mulher do Obersturmbannführer A. (o superior de Christophersen) também morreu lá" (p. 33). O autor explica: "Não haviam segredos em Auschwitz. Em setembro de 1944 uma comissão da Cruz Vermelha Internacional foi ao campo para uma inspeção. Eles estavam particularmente interessados no campo de Birkenau, apesar de termos também muitas inspeções em Raisko (setor de Bunawerk, p. 35).

Christophersen aponta que as constantes visitas a Auschwitz por parte de estranhos não podem ser reconciliadas com as alegações de extermínio em massa. Quando descrevendo a visita de sua esposa ao campo em Maio, ele observa: "O fato de que era possível receber visitas de nossos parentes a qualquer momento demonstra a abertura da administração do campo. Houvesse Auschwitz sido um grande campo de extermínio, nós certamente não poderíamos receber tais visitas" (p. 27).

Após a guerra, Christophersen ouviu da alegada existência de um prédio com chaminés gigantes na vizinhança do campo principal. "Isto era supostamente um crematório. Entretanto, eu deve deixar escrito o fato de que quando eu deixei o campo de Auschwitz em Dezembro de 1944, eu não havia visto aquele edifício lá" (p. 37). Este edifício misterioso existe atualmente? Aparentemente não; Reitlinger afirma que foi demolido "e completamente queimado sob as vistas de todo o campo" em Outubro, apesar de Christophersen nunca ter visto esta demolição pública. Apesar de ser dito que tenha ocorrido "sob as vistas de todo o campo", foi alegadamente vista por apenas uma testemunha judia, o certo Dr. Bendel, e ele é a única testemunha do fato (Reitlinger, ibid p. 497). Esta situação é bem típica. Quando se chega a prova pesada, é bem evasivo: o prédio foi "demolido", o documento foi "perdido", a ordem foi "verbal". Em Auschwitz hoje, aos visitantes é mostrada uma pequena fornalha e lhes é dito milhões de pessoas foram exterminadas. O Comissão do Estado Soviético que "investigou" o campo anunciou a 12 de maio de 1945 que "usando coeficientes retificados ... a comição técnica de experts conclui que durante o tempo em que o campo de Auschwitz existiu, os carniceiros alemães exterminaram neste campo não menos de 4 milhões de cidadãos..." O comentário surpreendentemente franco de Reitlinger sobre isto é perfeitamente adequado: "O mundo não mais acredita nestes 'coeficientes retificados' e o número de quatro milhões se tornou ridículo" (ibid, p. 460).

Finalmente, a descrição do Sr. Christophersen chama a atenção a uma circunstância bem curiosa. O único defensor que não apareceu no Julgamento Frankfurt de Auschwitz em 1963 foi Richard Baer, o sucessor de Rudolf Hoess como comandante de Auschwitz. Apesar de em perfeita saúde, ele repentinamente morreu na prisão antes do julgamento começar, "de um modo muito misterioso", de acordo com o jornal Deutsche Wochenzeitung (27 de julho de 1973). A repentina morte de Baer antes de dar provas é especialmente estranha, já que o jornal parisiense Rivarol anotou sua insistência de que "durante todo o tempo em que ele governou Auschwitz, ele jamais viu quaisquer câmaras de gás e nem acreditava que tais coisas houvessem existido", e de tal crença nada poderia dissuadí-lo. Resumindo, a descrição de Christophersen dá uma coleção gigantesca de provas demonstrando que o complexo industrial gigante de Auschwitz (que compreendia 30 instalações separadas e divididas pela linha ferroviária principal Viena-Cracóvia) não era nada além de um vasto centro de produção de guerra, o qual, enquando certamente empregando o trabalho obrigatório dos detentos, não era certamente um local de "extermínio em massa".


 

O GUETO DE VARSÓVIA

Em termos de números, os judeus poloneses supostamente sofreram a maior parte da exterminação, e não apenas em Auschwitz, mas numa inacabável lista de recentemente-descobertos "campos da morte" como os de Treblinka, Sobibor, Belzec, Majdanek, Chelmno e muitos outros lugares obscuros que recentemente ganharam proeminência. No centro do alegado extermínio de judeus poloneses está a dramática insurreição de Abril de 1943 no gueto de Varsóvia. Ela é freqüentemente retratada como uma revolta contra ser deportado às câmaras de gás; presumivelmente, o alegado assunto das "conversas secretas" de Hitler e Himmler vazaram e ganharam grande publicidade em Varsóvia. O caso do gueto de Varsóvia é um insight instrutivo na criação da lenda do extermínio em si mesma. De fato, a sua evacuação pelos alemães em 1943 é freqüentemente referida como "o extermínio dos judeus poloneses" apesar de não ser nada disso, e a neblina do mito tende a cercá-la depois da publicação dos livros sensacionais como The Wall de John Hersey, e Exodus, de Leon Uris.

Quando os alemães primeiramente ocuparam a Polônia, eles confinaram os judeus, não em campos de detenção mas em guetos por questões de segurança. A administração interna dos guetos estava nas mãos de Conselhos Judaicos eleitos por eles mesmos, e eram policiados por uma independente Polícia Judaica. Notas de dinheiro especiais foram introduzidas nos guetos para evitar a especulação. Sendo este sistema certo ou errado, é compreensível em tempo de guerra, e apesar de o gueto ser uma criação social desagradável, não é de modo algum bárbaro. E certamente não é uma organização para a destruição de uma raça. Mas, claro, é freqüentemente dito que este era o propósito dos guetos. Uma recente publicação sobre o gueto de Varsóvia faz a fantasiosa afirmação de que os campos de concentração "eram um substituto para a prática de socar os judeus em super-populados guetos e esfomeá-los até a morte". Parece que para qualquer sistema de segurança utilizado pelos alemães, e não importando a distância até onde fossem para preservar ao menos uma aparência de comunidade para os judeus, nunca escaparão às acusações de "extermínio".

Já foi estabelecido que o censo de 1931 da população judaica polonesa colocou o número de judeus em 2.732.600, e que após a emigração e fuga para a União Soviética, não mais de 1.100.000 estavam sob controle alemão. Estes fatos incontestáveis, entretanto, não evitam que Manvell e Frankl afirmem que "haviam mais de 3 milhões de judeus na Polônia quando a invasão alemã começou", e que em 1942 "alguns 2 milhões ainda esperavam a morte" (ibid, p. 140). Na verdade, do mais ou menos um milhão dos judeus na Polônia, quase a metade, cerca de 400.000, foram eventualmente concentrados no gueto de Varsóvia, uma área de mais ou menos 2,5 milhas quadradas em volta do velho gueto medieval. O restante já havia sido removido ao Governo-Geral da Polônia por volta de setembro de 1940. No verão de 1942, Himmler ordenou o reassentamento de todos os judeus poloneses em campos de detenção para conseguir seu trabalho, parte do sistema de concentração geral para obtenção de trabalho no Governo-Geral. Portanto entre julho e outubro de 1942, mais de três quartos dos habitantes do gueto de Varsóvia foram pacificamente evacuados e transportados, supervisionados pela própria Polícia judia. Como vimos, o transporte para os campos alegadamente teria terminado em "extermínio", mas não há a menor dúvida dada as provas existentes de que envolvia apenas a efetiva procura de trabalho e a prevenção de desordens. Em primeiro lugar, Himmler descobriu durante uma visita-surpresa a Varsóvia em janeiro de 1943 que 24.000 judeus registrados como trabalhando em armamentos estavam de fato trabalhando ilegalmente como alfaiates e peleiros (Manvell & Frankl, ibid, p. 140); o gueto estava também sendo utilizado como base para incursões subversivas na área principal de Varsóvia.

Após cinco meses de evacuação pacífica, quando apenas 60.000 judeus permaneciam no gueto residencial, os alemães encontraram uma rebelião armada a 18 de janeiro de 1943. Manvell e Frankl admitem que "os judeus envolvidos com o planejamento da resistência tinham por um longo tempo estado engajados em contrabandear armas de fora, e grupos de combate atiraram em e mataram homens das S.S. e milícias a cargo de colunas de deportadosî. Os terroristas do levante do gueto foram também ajudados pelo Exército "de casa" Polonês (Polish Home Army) e pelo PPR - Polska Partia Robotnicza, o Partido Comunista dos Trabalhadores Poloneses. Era sobre estas circunstâncias de uma revolta ajudada pelos guerrilheiros e pelos comunistas que as forças ocupantes, como qualquer exército faria em situação similar, se moveram para suprimir os terroristas, se necessário pela destruição da própria área residencial. Deve ser lembrado que todo o processo de evacuação teria continuado pacificamente se extremistas entre os habitantes não tivessem planejado uma revolução armada que no fim já estava condenada a falhar. Quando o S.S. Leutnant-General Stroop entrou no gueto com carros armourados a 19 de abril, ele imediatamente ficou sob fogo e perdeu 12 homens; as perdas alemães e polacas na batalha, que durou quatro semanas, totalizou 101 homens mortos e feridos. A resistência obstinada do Organização Judaica de Combate em face de dificuldades muito grandes levaram a um estimado total de 12.000 perdas judias, a maioria por ficar em prédios pegando fogo. Um total, entretanto, de 56.065 habitantes foram capturados e pacificamente relocados na área do Governo-Geral. Muitos judeus de dentro do gueto haviam detestado o terror imposto a eles pela Organização de Combate, e tentaram informar seu quartel-general às autoridades alemãs.


 
  

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