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The Zionist conspiracy
to divide the Arab states into small units

A conspiração Sionista
para dividir os estados Árabes em pequenas unidades

 


Em 1982, a revista de língua Hebraica “Kivunim” (“Direcções”), o órgão oficial da Organização do Mundo Sionista publicou um importante artigo entitulado: “A Estratégia Israelita nos anos 80”. O Editor da “Kivunim” é Yoram Beck, o “cabecilha” das publicações, do Departamento de Informações, da Organização do Mundo Sionista. Também do Comité Editorial da “Kivunim” é Amnon Hadary, membro da Palmach durante as atrocidades de 1948.
Israel Shahak, professor de química orgânica na Universidade Hebraica de Jerusalém, e presidente da Liga dos Direitos Humanos de Israel traduziu o artigo em Inglês e escreveu o prefácio que se segue. Foi publicado em 1982 como um panfleto pela Associação dos Universitários Árabo-Americanos graduados. A declaração do Professor Shahak:




O ensaio seguinte representa, na minha opinião, o exacto e detalhado plano do actual regime Sionista para o Médio Oriente que é baseado na divisão de toda a área em pequenos estados, e na dissolução de todos os estados Árabes existentes. Eu comentarei o aspecto militar deste plano numa nota conclusiva. Aqui pretendo lançar a atenção dos leitores para uma série pontos importantes:

1. A ideia de que todos os estados Árabes devem ser deitados abaixo, por Israel, em pequenas unidades, ocorre por várias vezes no pensamento estratégico Israelita. Por exemplo, Ze'ev Schiff, o correspondente militar da Ha'aretz (e, provavelmente, o mais conhecedor, em Israel, nesta matéria) escreve sobre o “melhor” que pode acontecer aos interesses Israelitas no Iraque: "A dissolução do Iraque num estado Shiita, num estado Sunita e a separação da parte do Kurdistão" (Ha'aretz, 2/6/1982). Actualmente, este aspecto do plano é bastante antigo.

2. A estreita relação com os neoconservadores existentes nos USA é muito proeminente, especialmente nos autores de escritos ou comentários. Mas, enquanto as relações públicas espalham a ideia da “defesa do Oeste” do poder Soviético, o verdadeiro objectivo do autor, e o do actual “establishment” de Israel é claro: Transformar o império de Israel numa potência mundial. Por outras palavras, o objectivo de Sharon é enganar os Americanos depois de ter enganado todos os outros.

3. É obvio que grande parte de dados relevantes, tanto nas notas como no próprio texto, são alterados ou omitidos, como a ajuda financeira dos EUA a Israel. Grande parte é pura fantasia.

Mas, o plano não deve ser visto como de pouca influência ou de impossível realização em curto prazo. O plano segue fielmente as ideias geopolíticas correntes na Alemanha de 1890-1933, que foram engolidas integralmente por Hitler e pelo movimento Nazi, e determinaram os seus objectivos para a Europa de Leste. Aqueles objectivos, especialmente a divisão dos estados existentes, foram desenvolvidos em 1939-1941, e só uma aliança à escala global impediu a sua consolidação por um período de tempo.


Israel Shahak






Segue-se o plano de estado da Kivunim em que todos
os estados Árabes são fragmentados:


"O mundo Árabe Muçulmano, portanto, não é o maior problema estratégico que enfrentamos nos anos Oitenta, apesar do facto de ser portador da principal ameaça contra Israel, devido ao crescente poder militar. Este mundo, com as suas minorias étnicas, com as suas facções e crises internas, com a sua estonteante autodestruição, como podemos ver no Líbano, no Irão “não-Árabe” e agora também na Síria, é incapaz de lidar com sucesso com os seus problemas fundamentais e não constitui, portanto, um problema real contra o Estado de Israel a longo prazo, mas somente a curto prazo, onde tem muita importância o poder militar imediato. A longo prazo, este mundo é incapaz de existir dentro do seu presente quadro em áreas circundantes sem passar por mudanças revolucionárias genuínas. O Mundo Árabe Muçulmano é construído como um temporário castelo de cartas colocadas juntas por estrangeiros (França e Grã-Bretanha nos anos 20) sem que as vontades e os desejos dos seus habitantes tenham sido levados em conta. Foi dividido arbitrariamente em 19 estados, tudo feito com combinações de minorias e grupos étnicos que eram hostis entre si, tanto que actualmente todo o estado Árabe Muçulmano enfrenta uma destruição social étnica por dentro e, em alguns, já existe uma guerra civil furiosa. A maioria dos Árabes, 118 milhões dos 170 milhões, vive em África, grande parte no Egipto (actualmente, 45 milhões).

Estados do Magrebe: Fora o Egipto, todos os estados do Magrebe são constituídos por uma mistura de Árabes e não-Árabes Berberes. Na Algéria já existe actualmente uma furiosa guerra civil nas montanhas do Kabile entre duas nações no mesmo País. Marrocos e Algéria estão em Guerra entre eles sobre o Saara Espanhol, a juntar às lutas internas em cada um deles. Militantes Islâmicos colocam em perigo a integridade da Tunísia e Kaddafi organiza guerras que são destrutivas do ponto de vista Árabe, num país em que a sua população é escassa e que não pode vir a transformar-se numa nação poderosa. É por isso que fez várias tentativas de unificação no passado com estados que eram mais genuínos, como o Egipto e a Síria.

Sudão: O Sudão, actualmente o estado mais colocado à parte no mundo Árabe Muçulmano é constituído por quarto grupos hostis entre eles, onde uma minoria Árabe Muçulmana Sunita domina sobre as maiorias não-Árabes Africanas, Pagãos e Cristãos.

Egipto: No Egipto existe uma maioria Muçulmana Sunita face a uma larga minoria de Cristãos que é dominante no Egipto superior: cerca de 7 milhões, tanto que até Sadat, no seu discurso de 8 de Maio, expressou o seu medo de eles virem a criar um seu próprio estado. Uma espécie de “segundo” Líbano Cristão no Egipto.

Síria: Todos os Estados Árabes a Este de Israel estão espedaçados, partidos e a braços com conflitos internos ainda maiores que aqueles no Magrebe. A Síria não é fundamentalmente, diferente do Líbano, excepto no forte regime militar que lá reina. Mas a verdadeira guerra civil que existe actualmente entre a maioria Sunita e a minoria Alawi Shiita que governa (uns meros 12 % da população) testemunha a severidade do problema interno.

Iraque: O Iraque não é, também, diferente, na essência, dos seus vizinhos, apesar da maioria ser Shiita e ser a minoria Sunita a governar. Sessenta e cinco por cento da população não tem voz activa na política, e uma elite de 20 por cento detém o poder. Acrescenta-se uma larga minoria Kurdistã no norte, e se não fosse a força do actual regime o exército e as receitas petrolíferas, o futuro do estado do Iraque não seria diferente do do Líbano, no passado, ou do da Síria, actualmente. As sementes do conflito interno e da guerra civil estão hoje, aparentemente, lançadas especialmente depois da subida ao poder de Khomeini no Irão, um líder que os Shiitas, no Iraque, viam como o seu líder natural.

Arábia Saudita, Kuwait, Oman e Iémen do Norte: Todos os principados principalities do Golfo e a Arábia Saudita estão construídos sobre um frágil castelo de areia onde existe apenas petróleo. No Kuwait, os Kuwaitianos constituem apenas um quarto da população. No Bahrain, os Shiitas são a maioria, mas estão desprovidos de poder. Nos Emiratos Árabes Unidos, os Shiitas são de novo a maioria, mas são os Sunitas que estão no poder. A mesma verdade em Oman e no Iémen do Norte. Até no Marxista Iémen do Sul existe uma sizable minoria Shiita. Na Arábia Saudita metade da população é estrangeira, Egípcia e Iemanita, Mas a minoria Saudita mantém o poder.

Jordânia: A Jordânia é, na realidade, Palestiniana, governada por uma minoria TransJordana Beduína, mas a maior parte do exército e certamente da burocracia é agora Palestiniana. A propósito, Amman é tão Palestina quanto Nablus.

Todos estes países têm poderosos exércitos, relativamente falando. Mas também lá existem problemas. Actualmente, o exército da Síria é maioritariamente Sunita, com um corpo de oficiais Alawi, o exército Iraquiano Shiita com comandantes Sunitas. Isto tem um grande significado a longo prazo, e é por isso que não é possível manter a lealdade no exército à muito tempo, excepto quando vem de um denominador comum: a hostilidade perante Israel, e actualmente até isso é insuficiente."

 

 

O plano de Israel

Por Kivunim :

 

OPORTUNIDADES PARA ISRAEL IMPLEMENTAR O SEU PLANO

"Uma triste e muito tempestuosa situação cerca Israel e que, por sua vez, cria desafios, problemas, riscos, mas também cria, pela primeira vez, oportunidades a longo prazo desde 1967. As hipóteses são que as oportunidades falhadas naquela altura possam ser realizáveis nos anos 80 a uma larga dimensão que não imaginávamos actualmente. A política “da paz” e o retorno dos territórios, acabando com a dependência dos EU, funciona como o prelúdio da realização de novas opções criadas por nós. Desde 1967, todos os governos de Israel limitaram os nossos objectivos nacionais e estreitaram as nossas necessidades políticas, por um lado, e por outro lado lançaram opiniões destrutivas na região que neutralizam as nossas capacidades tanto cá como no estrangeiro. Dando passos para o enfraquecimento da população Árabe nos novos territórios, adquiridos no decurso numa guerra forçada contra nós, este é o maior erro estratégico cometido por Israel na manhã seguinte da Guerra dos Seis Dias. Poderíamos ter evitado todo este perigoso conflito se tivessem dado a Jordânia aos Palestinianos que vivem a oeste do rio Jordão. Fazendo isso teríamos neutralizado o problema Palestiniano que nós enfrentamos actualmente, e para o qual encontramos soluções que nem chegam a ser soluções, como compromissos territoriais e autonomias que, no fundo, significam o mesmo. Hoje enfrentamos, subitamente, imensas oportunidades para transformar e superar a situação e é isto que teremos que fazer na próxima década ou, de outra forma, não sobreviveremos como estado."
  
PLANO PARA RECONQUISTAR A PENÍNSULA DO SINAI DO EGIPTO
"Recuperar a península do Sinai com as suas presentes e potenciais recursos é, portanto, a prioridade política que é obstruída por Camp David e os acordos de paz. A culpa para essas mentiras, claro, com o actual governo Israelita e os governos que cimentaram a estrada para a política do acordo territorial, foram os governos Alinhados desde 1967. Os Egípcios não precisarão de manter o tratado de paz depois do retorno do Sinai e farão tudo o que poderem para regressar aos braços do mundo Árabe para a URSS no sentido de ganhar apoios e suporte militar. A ajuda Americana é garantida apenas por pouco tempo, nos termos da paz, e a debilidade dos EU tanto em casa como fora trará uma redução nessa ajuda. Sem petróleo e sem as receitas que daí advém, com as actuais despesas, não chegaremos a 1982 debaixo das presentes condições e teremos de agir no sentido de regressar à situação anterior que existia no Sinai antes da visita de Sadat e do enganador acordo de paz assinado em Março de 1979.

Israel não quebrará o acordo unilateral, nem hoje, nem em 1982, a não ser que seja duramente pressionado política e economicamente e o Egipto proporcione a Israel a desculpa de tomar o Sinai de volta para as nossas mãos pela quarta vez na nossa curta história. O que sobra, por sua vez, é uma opção indirecta. A situação económica no Egipto, a natureza do regime e a sua política “pan-Árabe”, trazer-nos-à uma situação depois de Abril de 1982 na qual Israel será forçada a agir directa ou indirectamente no sentido de voltar a ganhar o controle sobre o Sinai, como uma estratégica, económica e energética reserva a longo prazo. O Egipto não constitui um problema militar estratégico graças aos seus conflitos internos e poderá ser conduzido para a situação de guerra de 1967 em menos de um dia."

 
Os planos de Israel para fragmentar os Estados árabes estão esboçados:
"Egipto: O Egipto, com a sua actual política doméstica, já é um cadáver, tendo em conta a crescente abertura Muçulmano-Cristão. Partir o Egipto territorialmente em distintas regiões geográficas é o objectivo da política de Israel nos anos Oitenta na Frente Oeste.

O Egipto está dividido e espedaçado em muitos tipos de autoridade. Se o Egipto “cair”, países como a Líbia, o Sudão e até outros mais distantes não continuarão a existir nos seus moldes actuais e acompanharão a queda e a dissolução do Egipto. A visão de um Estado Cóptico Cristão no Egipto superior juntamente com alguns estados mais fracos com um poder muito localizado e sem um governo centralizado até à data, é a chave para um desenvolvimento histórico que só foi estabelecido pelo acordo de paz, mas que parece inevitável a longo prazo.

Líbano: A total dissolução do Líbano em cinco províncias serve como precedente para todo o mundo Árabe, incluindo o Egipto, a Síria, o Iraque e a península Árabe e já está a seguir esta pista. A dissolução, mais tarde, da Síria e do Iraque em áreas únicas, tanto étnicas como religiosas, como no Líbano, é o objectivo prioritário para Israel na frente oriental a longo prazo, enquanto que a dissolução do poder militar nesses estados serve como objectivo prioritário a curto prazo.

Síria: A Síria partir-se-à, de acordo com a sua estrutura étnico-religiosa, em diversos estados como actualmente o Líbano de maneira a que haja um estado Alawi Shiita ao longo da sua costa, um estado Sunita na área de Aleppo, outro estado Sunita em Damasco, hostil ao seu vizinho do norte, e em Druzes elevar-se-à um estado, e até mesmo no nossos Golans, e certamente em Hauran e no setentrional Jordão. Este estado de coisas será a garantia, a longo prazo, para a paz e para a segurança na área, e esse objectivo já nos está no íntimo para o alcançar actualmente.

Iraque: O Iraque, rico em petróleo, por um lado, e com problemas internos, por outro, é garantidamente um candidato a um dos alvos de Israel. A sua dissolução é ainda mais importante para nós do que a Síria. O Iraque é mais forte que a Síria. A curto prazo, é o poder do Iraque que constitui um grande problema para Israel. Uma guerra Irão-Iraque deitará o Iraque abaixo e causará a sua queda interior antes que ele próprio seja capaz de se organizar numa frente contra nós. Assistiremos, a curto prazo, a todos os tipos de confrontação “inter-Árabe” e isso incurtará o caminho para o mais importante objectivo de fragmentar o Iraque em grupos como na Síria e no Líbano. No Iraque, a divisão em províncias baseada nas linhas étnico/religiosas como na Síria no tempo do Otomanos é possível. Por isso, três (ou mais) estados existirão em volta de três cidades maiores: Basra, Baghdad e Mosul, e áreas Shiitas no sul separarão as Sunitas e as dos Kurdistão do norte. É possível que a presente confrontação Irão-Iraque venha a depender desta polarização.

Arábia Saudita: Toda a península Árabe é uma natural candidata à dissolução devido às pressões internas e externas, e o assunto é inevitável especialmente na Arábia Saudita. Indiferente se a economia baseada em resíduos de petróleo fique intacta ou fique diminuída a longo prazo, as fracturas e as falhas internas são um claro e natural desenvolvimento à luz da presente estrutura política.

Jordânia: A Jordânia constitui um objectivo estratégico imediato e a curto prazo, mas não a longo prazo, pois não constitui uma verdadeira ameaça depois da sua dissolução, o termo do longo reinado do rei Hussein e a transferência de poder para os Palestinianos a curto prazo.

Não existem possibilidades da Jordânia continuar a existir, a longo prazo, com a presente estrutura, e com a política de Israel, ambos em Guerra e em paz, deverá ser dirigida na liquidação da Jordânia debaixo do presente regime e a transferência de poder para a maioria Palestiniana. Mudando o regime para Este do rio causará igualmente o termo do problema dos territórios densamente povoados com Árabes a Oeste do Jordão. Tanto em condições de guerra como em paz, a emigração vinda dos territórios e o autêntico congelamento demográfico e económico existente neles, são as garantias para possíveis alterações em ambos os lados do rio, e nós temos o dever moral de sermos activos no sentido de acelerar este processo num futuro próximo. O plano de autonomia deverá ser também rejeitado, assim como qualquer compromisso ou divisão dos territórios, dando os planos do PLO aos próprios Israelo-Árabes, o plano Shefa'amr de Setembro de 1980, não é possível ir viver neste País na presente situação sem separar as duas nações, os Árabes para a Jordânia e os Judeus para as áreas a Oeste do rio. Uma genuina paz e co-existência reinarão sobre a terra somente quando os Árabes perceberem que sem as regras da lei Judaica entre a Jordânia e o mar eles nunca terão direito à existência nem à segurança. Uma nação só deles e a segurança só serão conseguidos na Jordânia.

Dentro de Israel a distinção entre as áreas de '67 e os territórios à sua volta, esses de ´48, teve sempre significado para os Árabes e actualmente já não tem significado para nós. O problema deve ser visto na sua totalidade sem quaisquer divisões como as de '67. Deve ser claro, debaixo de qualquer futura situação política ou constelação militar, que a solução do problema dos Árabes indígenas virá somente quando eles reconhecerem a existência de Israel em fronteiras seguras ao longo do rio Jordão, como justificação para a nossa sobrevivência nesta época tão difícil, e na época nuclear em que entraremos brevemente. Já não é possível viver com três-quartos da população Judaica na densa linha da costa, o que é muito perigoso numa época nuclear. A dispersão da população é, portanto, um objectivo estratégico da mais alta ordem; por outro lado, nós acabaremos por existir dentro de quaisquer fronteiras. Judeia, Samaria e a Galileia são o nosso solo garantido para existência nacional, e se nós não nos transformar-mos em maioria nas áreas montanhosas, não dominaremos o País e seremos como os Cruzados, que perderam a sua terra que até nem era deles, e nas quais, para começar, eles foram estrangeiros. Rebalançar o País democraticamente, estrategicamente e economicamente é o objectivo central e mais importante da actualidade. Tomar posse da linha divisória de águas nas montanhas desde Beersheba até à Galileia Superior é o objectivo nacional criado estrategicamente e que é estabelecido na parte montanhosa do País que está hoje vazia de Judeus."


 ***





HERE ARE SOME EXCERPTS FROM
"THE PROTOCOLS OF ZION"


7.1.
The intensification of armaments, the increase of police forces - are all essential... there should be in all the States of the world, besides ourselves, only the masses of the proletariat, a few millionaires devoted to our interests, police and soldiers. 

7.2. Throughout Europe... we must create ferments, discords and hostility... we must use great cunning... during negotiations... we shall keep... the mask of honesty... In this way... the Goyim... will still continue to accept us as the... saviours... 

7.5. We must compel the governments of the GOYIM to take action in the direction favored by our widely conceived plan... by what we shall represent as public opinion, secretly promoted by us through the means... of the press, which, with a few exceptions that may be disregarded, is already entirely in our hands. 

15.4. We shall create... free masonic lodges... the members... will be almost all the agents of international and national police... the police is in a position... to use its own particular measures with the insubordinate... 

15.5. People who... enter into secret societies are... mostly light-minded, with whom we shall have no difficulty... but if there should arise in its midst a plot, then at the head of that plot will be no other than one of our most trusted servants... 

15.6. The GOYIM enter the lodges... in the hope... to get a nibble at the public pie... they thirst for the emotion of success and applause, of which we are... generous... 

15.7. To bring them to such a pitch of stupid blindness is it not a proof of the degree to which the mind of the Goyim is undeveloped in comparison with our mind? 

15.8. We have not counted the victims of the GOY cattle... but for that we have given them such a position on the earth as they could not even have dreamed of... 






"Israel como um Estado judeu constitui um perigo não apenas a si mesma e a seus habitantes, mas a todos os judeus, e a todos os povos e Estados do Oriente Médio e além."

- Prof. Israel Shahak, judeu e fundador da Liga Israelense de Direitos Humanos


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